Finalmente um sábado. Eu poderia ficar em casa com as crianças e minha esposa.
Engraçado como a gente nunca está contente com o que tem. Quando eu dava plantão eu ficava angustiado querendo abrir meu consultório e agora que tenho meu consultório tudo que eu queria era ficar em casa com a minha família.
Eu sei, eu era um filho da puta de um mal agradecido, mas fazia isso tudo pela minha família.
Eu e Jasper tínhamos – finalmente – aberto o consultório. Era no centro de NY e tinha duas salas amplas. Uma era minha como ginecologista/obstetra e outra dele como psicólogo e terapeuta.
Eu não podia estar mais feliz, apesar de ter quase 40 anos, eu tinha tudo que qualquer pessoa quer ter.
Minha esposa estava ao meu lado, em tudo. Bella continuava a perfeição em pessoa, no auge dos seus 28 anos. Eu ainda tinha que me controlar quando a visitava na escola e aqueles adolescentes cheios de hormônios ficavam babando na “gostosa da professora de literatura”. Acredite, eu já ouvi dezenas deles falando isso e me segurei pra não socar um deles no corredor do colégio.
Bella se formou há alguns anos atrás e trabalhava numa escola publica em Nova Jersey dando aulas de literatura, o que sempre foi seu sonho e sua paixão.
Eu me encho de orgulho de vê-la trabalhar, de saber que eu pude proporcionar isso a ela e o modo como ela diz “minha carreira” somada a aqueles óculos de armação dourada que ela usa pra ler é… é sexy pra caralho. Credo! Eu continuo um pervertido quando o assunto é ela.
8 anos de casamento não conseguiram apagar o desejo exacerbado que eu sentia pela minha mulher. Pelo contrário, eu sempre tinha que ter minha dose diária de Bella ou então eu sentia que nunca conseguiria sobreviver a aquele dia. Eu nunca me cansaria dela.
Eu rolei na cama atrás do seu corpo, mas não o achei.
Olhei o relógio da mesa de cabeceira e vi que ainda eram 6:40 da manhã. Tudo bem que Bella tinha que ir até o colégio, mas precisava ser tão cedo?
- Anjo? – a chamei com a voz rouca. – Bella?
Ela não me respondeu.
Eu me levantei e fui até o banheiro.
- Bella? – eu mexi na maçaneta, mas estava trancada.
Quando Bella passou a trancar a porta do nosso banheiro?
- Eu já… só um minuto Edward, já saio. – ela disse de dentro do banheiro.
Eu voltei pra cama coçando meus olhos cansados e me sentei nela.
Uns 10 minutos depois ela saiu do banheiro.
- Porque a porta estava trancada? – eu quis saber.
- Não sei… eu… – ela deu de ombros. – Eu preciso sair Edward.
- Eu sei, você tem reunião hoje, mas ainda está cedo. – falei. – Podemos dormir mais um pouco? – fiz um bico. Sempre funcionava com ela.
- Eu vou preparar o café. – ela disse sem me olhar passando por mim.
Eu segurei seu braço e ela parou, ainda sem me olhar.
- O que houve anjo? – perguntei me levantando e segurando seu queixo pra que ela me olhasse.
- Nada. – ela deu de ombros. – Estou cansada e ainda preciso ir até o colégio, só isso.
- Certeza? – segurei seu rosto entre minhas mãos.
Ela assentiu e me deu um beijo que mal tocou seus lábios nos meus, saindo do quarto em seguida.
O que será que eu tinha feito pra Bella ter mudado da noite pro dia?
Será que eu tinha machucado ela ontem?
Eu pensei, tentei puxar na minha memória, mas nada me veio a mente.
Eu também saí do quarto e fui até a cozinha.
Ela fazia panquecas encostada no fogão… e lá estava minha menina. Descalça, uma camisa minha, grande e folgada, nela e um pé apoiado na outra perna.
Eu a abracei por trás e depositei um beijo no seu pescoço.
- O que eu fiz anjo? Me diga que eu irei consertar… – eu pedi.
- Não… é vo-você Edward. Esqueça. – ela estava chorando?
Eu a virei de frente pra mim e fiz com que ela me encarasse.
- Porque está chorando? – perguntei secando suas lágrimas.
- Não é nada. – ela secou suas lágrimas mais rápido do que eu.
- Como nada!? – eu disse preocupado. – Ninguém chora por nada Bella.
- Me deixa Edward, já pedi! – ela virou pro fogão.
- Bella, o que…? – ela me cortou.
- Que inferno Edward! Me deixa! – ela gritou antes de largar a colher que segurava na pia e saiu da cozinha.
Que merda estava acontecendo?!
Ela queria ficar sozinha? Eu a deixaria sozinha. Se ela precisava de espaço, eu saberia dar esse espaço a ela.
Eu terminei de fazer as panquecas que antes ela fazia e coloquei no balcão tudo que as crianças gostavam.
Cereal, leite, geléias, manteiga de amendoim e suco de frutas vermelhas.
- Papai? Mamãe estava gritando? Vocês brigaram? – Carlie entrava pela cozinha coçando os olhos.
- Não querida, sua mãe está um pouquinho nervosa só isso. – eu beijei seus cabelos cor de chocolate. – Bom dia anjinho.
- Bom dia. – ela sorriu pra mim com seus dentinhos perfeitos. – Estou com fome e acho que perdi o sono.
- Quer tomar café com o papai? – ergui minhas sobrancelhas pra ela.
Ela riu.
- Senta ai pai. – ela disse rindo e apontando pro banco.
Carlie era uma princesa. Como nós a chamávamos… um anjinho. Ela estava com 7 anos e era muito esperta e perceptiva. Nada passava desapercebido por ela. Principalmente se fosse algo relacionado a Bella. Elas tinham uma espécie de ligação que às vezes me assustava. Ela ainda era uma mini Bella.
Eu a ajudei a se servir com o que ela queria.
- Tio Emmett deve trazer Alicia ainda de manhã. – eu disse a ela. – Ele pediu que te avisasse.
- Oba! Estava mesmo querendo mostrar minhas pulseiras novas a Ali. – ela disse animada.
Apesar de terem uma diferença de 4 anos, Alicia e Carlie eram melhores amigas, ou como Carlie dizia “Ali é minha BFF”.
Um tempo depois Bella me disse o que isso significava.
- Posso ligar meu computador? – ela perguntou quando terminou seu café da manhã.
- Pode. – eu disse. – Mas cuidado onde entra e deixe o volume baixo pra não acordar seu irmão e se precisar me chame, ok?
Ela assentiu animada e me deu um beijinho na bochecha.
- Eu só vou vestir minha Barbie. – ela disse antes de deixar a cozinha.
Eu saí da cozinha segundos depois de Carlie e peguei o jornal na porta de casa. Voltei pra cozinha pra terminar de tomar meu café.
Eu tive o vislumbre de Bella se movimentando pela sala, mas não me movi ou a chamei. Eu ia esperar o momento em que ela quisesse me contar o que a estava incomodando.
Até que ela chegou arrumada a porta da cozinha e se encostou no portal.
- Alicia vem hoje. – ela disse.
- Sim, eu sei. Emmett ligou. – disse lendo meu jornal.
- Eu… eu estou indo. – ela disse. Eu podia jurar que ela mordia os lábios incomodada.
- Falou com Dave? – eu a olhei. – Sabe que quando sai e não fala com ele, ele fica manhoso até que você volte.
- Eu falei com ele. – ela disse. – Estou de volta pro almoço, ok?
Eu assenti e dei um gole no meu café.
- Não vai tomar café? – perguntei e ela.
- Não, eu… estou sem fome. – fez uma careta. – Me ligue se algo acontecer.
Eu assenti e ela deixou a cozinha.
Eu ainda fiquei um bom tempo sentado ali, atônito, pensando no que estava acontecendo.
Como uma vida perfeita podia mudar da noite pro dia?
Se fosse outro dia qualquer Bella estaria animada, fazendo quilos de panquecas enquanto as crianças conversavam animadas na cozinha e se lambuzavam com calda de chocolate.
Ela levaria algumas roupas até a lavanderia e talvez isso nos rendesse alguns amassos como dois adolescentes. Eu sempre a seguia até a lavanderia.
Eu jogaria futebol com Dave no quintal, enquanto ela fazia tranças nos longos cabelos de Carlie enquanto tomava chá sentada na varanda.
Ou visitaríamos meus pais, junto com meus irmãos e sobrinhos.
Eu fiquei intrigado o resto do dia e assim que ela chegasse, nós iríamos conversar.
- Paaaaaaaaaaaai! – eu ouvi o grito de Dave antes mesmo de ele entrar na cozinha.
Quando ele entrou por ela correndo, se jogou no meu colo.
- Não ganho um abraço? – perguntei enquanto acomodava ele sentado em uma das minhas pernas.
- Pai. – ele revirou os olhos. – Machos não abraçam machos.
Lá estava… ele aprendeu isso na escola. Agora tudo era “macho não faz isso” ou “isso não é coisa de macho”…
- Hey, eu sou seu pai, então essa regra não vale. – falei bagunçando seus cabelos.
Ele sorriu e me deu um abraço tão forte quanto seus bracinhos pequenos lhe permitia.
- O que vai querer comer? – perguntei o colocando em um banco.
- Alguma coisa que macho come. – ele sorriu e fez um “muque” com os braços.
- Ah sim, senhor macho da casa, que tal panquecas da mamãe? – perguntei divertido.
-Uhmmmmmmmmm… as panquecas da mamãe são as melhores do mundo todo! – ele disse animado.
Eu servi panquecas com mel pra ele e me sentei no banco que eu estava antes, pra lhe fazer companhia.
Dave foi um presente que nós recebemos. Nós o adotamos quando Carlie fez 4 anos, foi quando eu e Bella decidimos que estava na hora de aumentarmos a família, mas ela ainda não se sentia segura pra engravidar, apesar de seus exames dizerem que ela estava perfeitamente bem e Luka garantir que era seguro.
Jasper que nos falou sobre Dave. Na época seus pais foram presos por tráfico de drogas e por baterem nele. Nós nos comovemos com a sua história. Quem em sã consciência torturaria uma criança de 1 ano? Um bebê. Bella chorou ao ver que nas coxinhas de Dave ele carregava as mesmas marcas que as suas. Queimaduras de cigarro. Hoje ele tinha 4 anos e tomava meu posto de “macho da casa”.
Foi paixão a primeira vista e alguns meses depois nós tínhamos outro filho.
Outro anjinho.
Eles eram tudo pra mim.
- Vamos jogar futebol hoje não vamos? – Dave perguntou animado depois de limpar a boca em um guardanapo.
- Claro que vamos! E tio Emmett está vindo ai, ele pode se juntar a nós. – eu disse me animando com a alegria dele.
- Oba! Vou escovar meus dentinhos e tirar esse pijaminha! – ele pulou do banco e correu pro corredor.
Depois que eu ajeitei a cozinha e lavei a louça que sujamos, eu fui tomar um banho e colocar uma roupa apresentável já que Jen deveria vir com Emmett.
Eles se casaram um ano depois do meu casamento com Bella.
Eu fui pra sala quando acabei o banho. Me celular estava em minhas mãos enquanto eu decidia se ligava ou não pra Bella.
E eu decidi não ligar.
Eu peguei o porta-retrato em cima da lareira e olhei nossa foto preferida. Foi tirada no casamento de Emmett. Era uma daquelas fotos que não se espera ser tirada, mas eu considerava a mais bonita de nós dois.
A campainha tocou e eu coloquei o porta-retrato de volta em seu lugar.
Era Emmett, Jen e Alicia.
- Fala irmão. – Emmett, como sempre, socou meu ombro.
Eu o cumprimentei da mesma forma.
- Oi minha princesa. – beijei os cabelos de Alicia e ela correu assim que eu disse que Carlie a esperava no quarto. – Jen… pra quando é essa menina hein? – perguntei beijando seu rosto e acariciando seu ventre aumentado.
Segundo Emmett eles estão “grávidos”.
- Uns 2 meses. – ela disse. – Você precisa me dar uns toques de como passar por isso sem surtar Edward. Deus! Gravidez com 37 não é fácil.
Eu os convidei pra entrar e nos sentamos no sofá.
A manhã passou rápido… entre jogo de futebol no quintal com Dave e Emmett eu tive que entrar e preparar alguma coisa pro almoço, já que Bella não havia voltado e não atendia o celular.
Depois que almoçamos eu resolvi ligar pra escola.
- Sabe me dizer se a reunião de professores já acabou? – perguntei a senhora que me atendeu.
- Desde o final da manhã. Não há mais ninguém no colégio.
E depois disso… mais uma tentativa frustrada de que ela atendesse ao celular.
Emmett disse que ela podia estar com Alice ou Esme, mas não estava.
Já era final da tarde e eu estava ficando desesperado quando meu celular tocou.
- Alô?
- Sr. Cullen?
- Sim, ele.
- Meu nome é Marc, eu trabalho na Starbucks do centro. Liguei porque sua esposa estava aqui quando começou a passar mal. Nós tentamos levá-la ao hospital ou chamar uma ambulância, mas ela pediu que entrássemos em contato com você.
- Estarei ai em 10 minutos. – eu disse antes de desligar e pedir pra Emmett ir comigo até Manhattan pra trazer o volvo que estava com Bella.
Eu voei até o centro de NY pra chegar até a Starbucks.
Assim que eu entrei lá, vi um pequeno aglomerado de pessoas e segui até elas.
Bella estava sentada em um dos sofá de uma cabine, pálida como papel. Seus lábios estavam brancos sem sangue algum.
- O que houve? – perguntei a ela, mas quem me respondeu foi uma garçonete.
- Ela chegou aqui pálida já, parecia perdida, aérea, sei lá… e do nada desmaiou. – ela disse.
- Anjo? Anjo, olhe pra mim. O que você está sentindo? – eu estava quase desesperado.
- Me leve pra casa Edward. Eu quero ir pra casa. – ela pediu com a voz embargada.
Eu agradeci as pessoas que estavam ali e a peguei no colo. A prendi com o cinto e fomos pra casa.
Nenhuma palavra foi dita durante o caminho e eu esperava que ela soubesse que eu estava dando o tempo que ela precisava.
As crianças não estavam pela sala quando nós chegamos. Bella cumprimentou Jen brevemente e murmurou um “me desculpem, vou deitar”.
Eu expliquei a Emmett que não sabia o que estava acontecendo e depois de algumas horas ele e sua esposa foram embora, deixando Alicia pra passar o final de semana com Carlie.
Eu fui até o nosso quarto e sentei em uma das poltronas que tinha ali, mas quando me movi esbarrei na bolsa de Bella e ela caiu no chão.
Era um envelope do Presbiterian e meu sangue gelou.
Será que ela estava doente? Era isso que ela escondia e a perturbava?
Eu olhei a parte da frente e atrás do plástico transparente estava escrito “Isabella Marie Cullen, 28 anos, Dr. Luka Baelis”.
Eu sei que eu não deveria, mas eu o abri.
O que quer que fosse eu precisava saber. Se ela estava doente ela não podia esconder isso de mim, mas quando abri me surpreendi.
Eu já tinha visto aquela folha incontáveis vezes e uma única palavra em negrito me chamou a atenção… POSITIVO.
Ela estava grávida?
Eu li o exame mais detalhadamente e vi que a data era de hoje, na verdade de poucas horas atrás e ela estava de 3 meses.
- Não devia ter mexido nas minhas coisas. – eu ergui minha cabeça pra olhá-la.
Ela estava sentada na nossa cama e parecia aborrecida.
Eu me levantei e fui até ela, sentando na beirada da cama, mas de frente pra ela.
- Me desculpe, sua bolsa caiu no chão e eu vi. – falei.
- O envelope se abriu sozinho? – perguntou com ironia.
- Porque não me contou? – perguntei num fio de voz. – Desde quando você desconfiava?
- Essa madrugada… foi quando comecei a me sentir mal. – ela disse chorosa.
- Vai ficar tudo bem meu anjo. – eu toquei seu rosto, mas ela tirou minha mão. – Você não o quer, é isso? – perguntei preocupado.
Tudo bem que não havíamos planejado, mas como não desejar um filho dela, nosso.
- Não… quer dizer, não é isso. – ela levantou nervosa e parou em frente à janela.
- O que é então Bella? O que está acontecendo? – eu parei atrás dela e segurei seus ombros. – Sou eu meu anjo, Edward.
Ela suspirou profundamente.
- Eu tenho medo que aconteça de novo Edward. – ela disse já chorando. – Eu não quero passar por tudo que passei no parto de Carlie. Não por mim, mas por eles… – ela virou de frente pra mim. – Como eles ficariam se eu morresse no parto desse bebê?
Eu segurei suas mãos e a puxei até a cama, nos sentando novamente.
- Meu anjo, você está bem. Curada Bella. – segurei seu rosto. – Já se passaram quase 8 anos, aquilo não vai se repetir, eu te garanto.
- Eu não quero que Dave se sinta abandonado de novo ou que Carlie me esqueça um dia. – ela já soluçava.
Eu a abracei, a apertando entre meus braços.
- Vai ficar tudo bem meu anjo, eu prometo. – eu beijei seus cabelos e nós ficamos apenas ali, abraçados, juntos como tinha que ser.
Batidas suaves na porta fizeram a gente se separar e Carlie e Dave entraram por ela.
- Está passando mal mamãe? – Carlie perguntou subindo na cama.
Bella a recebeu em seus braços, enxugando as lágrimas rapidamente.
- Não anjinho, está tudo bem agora. – Bella sorriu pra ela.
- Tá triste? – Dave perguntou. – Eu vi que você tava chorando.
- A mamãe não esta triste filho. – eu falei o recebendo em meus braços. – Às vezes as pessoas choram de felicidade também.
- Você tá chorando de felicidade? – Carlie perguntou a Bella e ela assentiu. – Por quê?
- Porque nós vamos ter um bebezinho. – Bella disse.
- Onde ele está? – Dave perguntou curioso.
- Aqui. – Bella colocou a mão na barriga.
- Como ele entrou ai?! – ele perguntou incrédulo.
Ah não Deus! Por favor!
Nós tivemos que ter muita lábia e conversa até dar uma explicação que convencesse Dave de como Bella tinha um bebê em sua barriga.
Mas tarde a noite, vendo que Bella tinha voltado a ser a minha Bella eu me senti aliviado.
Aliviado por ela ter parado de se preocupar com o parto e por ela não estar doente.
Eu não viveria mais sem Bella e também não colocaria a vida dela em risco outra vez, por qualquer motivo no mundo. Eu consegui convencê-la de que ela estava segura.
6 meses depois Thomas Anthony Cullen entrou nas nossas vidas. E graças a Deus eu consegui fazer um filho que se parecesse comigo. Até Dave era a cara de Bella.
Eu estava cada vez mais dependente deles.
Da minha família.
Que por sinal eu esperava que ainda aumentasse mais.
Agora sim… FIM!
1º parabens. a fic e maravilhosa.
2º porque nao a continuação?
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Bruna, Bruna… estou sem palavras, só posso dizer que você e sua fic foram perfeitas! Suspense na medida certa, overdose de sensibilidade, paixão e doçura! Vc é um talento nato! Sei que ainda terei o prazer de ler mais fics suas. Parabéns e obrigada. Vc e a Juliana são feras demaaaaaais!
Aguardando nova fic…feliz, feliz… Bjs a tds do cast Robstenbeloved por proporcionar momentos emocionantes com estas fics!
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OH!! Que FIC MAIS LINDA!!!!!!!!!!!!!
AMO; AMO!!!!!!!!!!!!!! <3 <3 <3
Quando postam nova fic, meninas?!?
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Ounnn meninas, brigada!
Já avisei a Fê do extra de Only Hope, pra ela postar pra vcs!
Obrigada pelo carinho!
Bjs
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