Only Hope – Capítulo 6

Only Hope by Bruna.
Autora: Bruna Matheus
Shipper: Beward, personagens da saga e uns inventados por mim.
Censura: NC-17
Gênero: Drama. Lemons. Universo alternativo. Alguns palavrões…rsrs. Conflitos psicológicos e uso de drogas lícitas e ilícitas.
“Quando a noite tiver vindo
E a terra estiver escura
E a lua será a única luz que nós veremos
Não, eu não vou ficar com medo
Não vou derramar uma lágrima
Contanto que você fique, que você fique bem aqui
Se o céu que vemos lá em cima
Desabar e cair
Ou a montanha desmoronasse e caísse no mar
Eu não chorarei
Não, eu não derramarei uma lágrima,
Contanto que você fique, que você fique aqui”
- Edward. – sua voz doce me chamava.
- Uhm? – murmurei.
- Vai se atrasar pro almoço com seus irmãos. – podia sentir que ela sorria.
- Vamos… – a corrigi.
Ouvi ela bufar e abri os olhos.
Eu estava deitado no sofá e devo ter cochilado.
- Que horas são? – perguntei a ela. Minha voz saiu rouca.
- Meio dia e meio. – ela disse.
Merda! A gente ia se atrasar.
Eu me levantei com cuidado, mas ainda sim tive que gemer de dor.
- Vem… – ela passou o braço pela minha cintura me apoiando. – Deixa eu te ajudar.
Eu não estava tão ferido assim. Ela não precisava me escorar, mas não seria pecado se eu me aproveitasse do seu calor.
- Vai tomar banho? – ela perguntou quando chegamos ao meu quarto.
- Sim, eu estou cheirando a sangue. – eu tentei tirar minha camisa mais minhas costelas doíam demais.
Ela revirou os olhos.
- Humildade é uma virtude Edward. – lá estava aquela cara de desafio. – Você não seria menos durão se pedisse minha ajuda.
Eu tive que sorrir.
Ela era danada!
- Kitty? Você pode me ajudar? – pedi fazendo bico.
Ela se aproximou e puxou minha camisa. Fazendo-a bagunçar ainda mais meus cabelos.
- Obrigado. – sussurrei sentindo o calor dela. Ela estava tão perto.
- De nada. – ela pousou as mãos no meu abdome e deslizou até meu peito.
A palma da sua mão parecia seda e aquilo me deixou louco.
Meu homem das cavernas se debatia dentro de mim querendo se libertar.
Ela se aproximou mais.
Passou a ponta dos dedos pelo meu curativo e em seguida seu indicador traçou minha cicatriz.
- Isso foi um tiro? – ela sussurrou.
- Sim. – também sussurrei.
- Como? – eu não respondi. Não queria responder.
Ela me olhou. Deve ter sentido meu desconforto e não insistiu.
Ao invés de falar ela subiu suas mãos e tocou meu rosto.
- Vai fazer a barba? – ela olhou nos meus olhos.
Eu não sei como explicar o tom da sua voz. Era uma mistura de doce e sexy.
Eu já estava duro.
- Não dá tempo. – respondi. – Estamos atrasados.
- Eu gosto dela assim. – ela disse escovando minha barba com a ponta dos seus dedos.
Eu fechei meus olhos sentindo seu toque.
Uma fração de segundo depois seus lábios estavam nos meus.
Era um beijo suave e molhado. Não era um selinho, mas também não era um beijão.
Ela movimentava seus lábios abertos nos meus me fazendo sentir seu gosto e desejando que ela usasse sua língua na minha. Ela dava beijos molhados em meus lábios, um de cada vez. Primeiro no de cima e depois no de baixo, mas foi quando ela o sugou que eu perdi o controle.
Eu só pensava em possuí-la.
Merda!
Tive que me afastar.
- Precisamos ir. – eu disse ainda de olhos fechados.
Não queria encará-la e ver sua feição, mas também não queria que ela se sentisse rejeitada.
Como explicar a ela que eu parei o beijo senão eu a atacaria?
- Vou te esperar na sala. – eu abri os olhos e ainda pude vê-la sair do meu quarto.
Tomei o banho mais rápido da minha vida e me vesti.
Coloquei um jeans preto, um tênis puma e uma camisa gola V bege.
- Está pronta? – perguntei a Kitty assim que entrei na sala.
- Pronta e faminta. – ela se levantou animada.
- Gosta de comida japonesa? – perguntei pegando a chave do carro.
- Nunca comi. – ela fez uma careta. – É bom?
- Você vai gostar! – garanti a ela.
Fomos pra garagem e seguimos até o restaurante japonês que havia marcado com Emmett.
Não ficava longe de casa, mas com a dor que eu sentia nas costas e nas costelas nem fudendo eu iria a pé.
Logo chegamos ao restaurante. Deixei meu carro no pequeno estacionamento que havia nele e antes de sair de lá eu já sabia que meus irmãos já tinham chegado.
O jipe de Emmett e o Porshe de Alice já estavam ali.
Eu passei a mão pelas costas de Kitty a guiando pra dentro do restaurante e já na porta avistei meus irmãos e minhas cunhadas.
E tinha um adicional. Minha princesa tinha vindo.
- Tio Eeeeeddd! – ela correu e se jogou em mim antes que eu pudesse pensar.
Todos do restaurante nos olharam e eu gemi com a dor que eu sentir ao pegá-la no colo.
- Oi princesa. – beijei seus cabelos. – Quem você é hoje?
- Eu sou a Ariel. – ela disse animada. – Você pode ser o Sebastian quando formos brincar.
- Ok. – apertei seu nariz minúsculo. – Eu adoro ser o Sebastian.
- Olha. – ela apontou pros seus lábios e fez um bico enorme.
- Ficou lindo em você. – eu disse.
- E a mamãe nem ligou. – ela deu de ombros. – Mas ela disse alguma coisa sobre capar você.
Kitty engasgou atrás de mim.
- Oi. – Alicia sorriu pra ela. – Eu sou Alicia.
- Eu sou Kitty Alicia. – Kitty retribuiu o sorriso.
- Ela é bonita. – Alicia sussurrou no meu ouvido. – Você vai casar tio?
- Não. – sussurrei no seu de volta.
- Mamãe sempre fala que você está sobrando. – ela riu.
- Sua mãe fala demais querida. – eu também ri.
- Alicia! – Rosalie a chamou.
Ela pulou do meu colo e voltou correndo a mesa.
Eu comecei a andar, mas Kitty ficou parada, tensa.
- O que houve? – perguntei a ela.
- Eu não sei se é uma boa ideia. – ela mordeu os lábios.
- Kitty… Jasper, Alice e Alicia você já conhece… falta só Emmett e Rose. – apontei. – Eles não são tão ruins assim.
Ok, Rosalie pode ser. – pensei.
- Ok, vamos. – ela disse fazendo menção de caminhar.
Eu novamente pousei minhas mãos em suas costas e a guiei até a mesa.
- Desculpem o atraso. – eu disse quando chegamos. – Tive um compromisso de manhã que me tomou mais tempo que eu imaginava.
- Oi Kitty! – Alice levantou e a abraçou. – Venha sente-se aqui. Esse é o lado das mulheres. – ela apontou pro sofá onde Rose e Alicia estavam sentadas.
Emmett estava sentado na frente de Rose e Alice de Jasper.
- Rose, Emm… essa é Kitty. – eu apontei pra ela. – Kitty esse é meu irmão Emmett e minha cunhada Rosalie.
Emmett se levantou e estendeu a mão pra Kitty.
- Prazer. – eles se cumprimentaram. – Edward fala muito de você.
- Sério? – ela me olhou divertida. – Ele também fala muito na família dele.
- Sente-se. – Emmett apontou o lugar que antes Alice tinha a convidado pra sentar.
Eu lancei um olhar de agradecimento a Emmett e ele sorriu dando de ombros como se dissesse “foda-se”.
Rosalie não a cumprimentou e eu até a agradeci por isso. Não gostaria dela e de Kitty juntas.
O garçom trouxe os cardápios e Kitty disse que iria comer o que eu pedisse pra mim
Pedi sashimi de salmão e água sem gás.
- Então… – a voz de Rose quebrou o silêncio da mesa. – Seu nome é Kitty mesmo?
Kitty me olhou.
- Na verdade é um apelido. – ela disse tensa.
- Apelido… – Rosalie murmurou. – Então qual o seu nome?
- Rose! – Jasper a repreendeu.
- Ué? É crime? Ela deve ter um nome oras. – ela fez um gesto de descaso com as mãos.
Kitty estava tensa e eu sentia que a vontade dela era de sair correndo dali.
- Eu sei o nome dela. – Alicia disse dando um gole em sua coca-cola.
- E qual é querida? – Rose a incentivou.
- Você é como a Hello Kitty não é? – Alicia perguntou a Kitty. – Você parece com ela, mas a Hello Kitty não tem boca, então eu acho que você tirou o Hello pra disfarçar já que você tem uma boquinha.
Todos a mesa riram da chuva de palavras da pequena.
Até Kitty riu.
Depois eu teria que agradecer a Alicia por descontrair o ambiente.
Alice puxou um assunto sobre moda, roupas e afins com Kitty e é claro que Rosalie se meteu no meio. Futilidade devia ser o nome do meio de Rosalie Hale-Cullen.
- Vai pra praia esse final de semana, não é? – Emmett perguntou.
- Vamos. – olhei pra Kitty e no mesmo minuto ela me olhou sorrindo.
- Mamãe deve te ligar. – Jasper disse. – Acho que nós vamos na sexta pela manhã.
- Eu sou vou poder ir sábado de manhã Jazz. Tenho plantão. – o avisei.
- Troca. – Emmett disse. – Você sempre troca.
- Eu troquei o de domingo. – falei. – Eu vou sábado de manhã e vou voltar segunda a tarde.
- Uhmm… – Emmett murmurou com malícia.
Nossos pedidos chegaram e nós começamos a comer.
Kitty fazia uns sons engraçados enquanto comia e eu fiquei satisfeito em saber que ela estava gostando da minha escolha.
- Eu já volto. – avisei quando todos acabaram de comer.
Eu fui até a varanda que tinha no restaurante e acendi um cigarro.
- Como vocês estão? – ouvi a voz de Jasper atrás de mim.
- Quem? – perguntei voltando meu olhar pra cidade de NY.
- Você e Kitty? – ele disse.
- Não existe “vocês” Jazz. – apontei. – Eu só estou ajudando ela com uns problemas.
- Você a tirou do clube? – assenti tragando meu cigarro. – E vocês não… – eu o cortei.
- Ela está de resguardo por causa do aborto Jasper. – quase revirei os olhos.
- Mas isso não significa que você não quer, certo? – ele ergueu uma das sobrancelhas.
- Eu estaria mentindo pra você se eu te dissesse que não a desejo. – olhei pra ela pelo vidro que dava pro restaurante. Alicia estava em seu colo e elas riam de algo que Alice dizia. Eu sorri. – Eu penso nisso em cada maldito segundo que estou ao lado dela, mas não posso. – traguei meu cigarro mais uma vez.
- Vai devagar com ela Edward. Kitty tem um coração enorme, mas foi muito machucada nos últimos anos. – ele pediu.
- Eu vou descobrir Jazz. Aos poucos ela está me contando seu passado. – apaguei meu cigarro em um cinzeiro. – E eu sei que uma hora ela irá me dizer seu nome.
- Eu sei que sim. – ele deu uns tapinhas nas minhas costas.
Ouvimos batidas no vidro e nos viramos.
Alice acenava nos pedindo pra entrar.
- Tenho que ir baby. – ela disse a Jasper. – Meu horário de almoço acabou.
- Nós já vamos também. – eu disse a eles.
Seguimos os três a mesa onde o restante estava e chamei Kitty pra ir embora.
Nos despedimos e voltamos pra cobertura.
- Se importa se eu for deitar? – perguntei assim que entramos no apartamento.
Eu já não conseguia disfarçar minha dor. Até pra andar doía.
- Não. – ela disse. – Vou pegar outro remédio pra você.
Eu assenti e fui pro meu quarto. Ao passar pela cozinha ainda pude ver Lita de costas.
Me deitei de bruços na minha cama e fechei os olhos.
- Tome. – eu abri os olhos e Kitty se mantinha inclinada a minha frente.
- Obrigado. – me sentei e tomei o comprimido.
- Tire a blusa. – ela pediu. – Vou fazer você se sentir melhor.
Será que ela ainda não tinha entendido?
- Kitty, você… – ela me cortou.
- É apenas uma massagem Edward. – ela sorriu sacudindo uma garrafa transparente com um líquido rosa dentro.
Eu tirei minha camisa e deitei de bruços. Os braços colados ao meu corpo e minha cabeça pro lado.
Gemi ao sentir o líquido gelado em contado com a minha pele quente e logo em seguida o cheiro de morangos me atingiu.
Eu nunca mais na minha vida veria morango com os mesmos olhos.
Acho que nunca mais eu conseguiria comer um morango.
- Se eu te machucar me avise, ok? – ela pediu.
- Umhum… – murmurei.
Eu tentei clarear minha mente. Tentei pensar em doenças sexualmente transmissíveis, uma cirurgia de 8 horas, tentei até pensar na recepcionista barbuda de 120kg do 3º andar do hospital, mas nada, nada do que eu pensasse conseguiria tirar os pensamentos impuros que eu estava naquele momento.
É só uma massagem Cullen. Você deveria relaxar.
Não dá!
Eu estava de bruços, vulnerável a pequena mulher sentada em meus quadris e serpenteando precisamente suas mãos na extensão das minhas costas.
Mais uma pra série de “Qualidades e defeitos da Kitty”…. massagem.
Eu estava usando todas as minhas forças pra não virar e agarrá-la.
Senti a ponta dos seus dedos na minha outra cicatriz. Aquela que o tiro entrou pelas costas e saiu pela barriga.
- É outro? – ela perguntou.
- Sim. – me limitei a responder.
- Quantos você tem? – perguntou curiosa.
- Só dois. – respondi.
- Só? – ela deu uma risada. – Você não era um simples viciado não é? – perguntou séria.
- Não.
- Quer me contar? – ela perguntou com cautela.
- Não.
- Tudo bem. – ela tirou suas mãos de mim. Antes que eu pudesse soltar um muxoxo ela disse.
- Vire-se.
- O quê? – abri meus olhos os arregalando.
- Vire-se Edward. – ela pediu de novo. – Os golpes foram na sua barriga, preciso massagear ali também.
- Eu não acho uma boa ideia. – apontei.
Na verdade… isso não seria bom pro meu controle e com certeza ela sentiria minha ereção.
- Não acredito. – ela riu. – O grande e inabalável Edward Cullen com medo de duas mãos. Anda!
Ela se ergueu um pouco nos seus joelhos e eu virei de barriga pra cima.
Quando eu a encarei ela mordeu os lábios e voltou a sentar em meus quadris.
Eu podia senti seu calor pelo nosso jeans.
Eu não tive como evitar e soltei um gemido no mesmo momento que espremi os olhos.
O líquido gelado no meu peito me fez arfar e eu quase gozei quando senti suas mãos na minha barriga, muito próxima da onde eu as queria.
- Está doendo? – ela perguntou divertida.
Ela estava se divertindo me torturando, me provocando.
Eu neguei.
- Me diga o que está sentindo então Edward. – ela sussurrou. Suas mãos serpenteando meu peito e minha barriga.
Tesão. Serve?
- Acho que você consegue adivinhar. – disse com a voz rouca.
- Uhmm… – ela gemeu. – Acho que sim.
Puta merda! Ela estava friccionando seu quadril no meu. Rebolando em cima de mim, arrastando seu quadril pra frente e pra trás.
- Kitty… – a chamei. Eu juro que ia gozar se ela continuasse. – Pára Kitty. – pedi.
- Não. – ela disse com uma voz arrastada. Sexy pra caralho. – Eu não quero parar.
Eu abri meus olhos e a fitei.
Seus olhos chocolates ardiam em mim, sua boca estava entreaberta e suas mãos espalmadas em meu peito.
- Pára. – supliquei.
- Você quer que eu pare Edward? – ela mordeu os lábios.
Não! Por favor, não!
Eu não consegui responder.
Eu agi.
Coloquei minhas mãos em seu quadril. Uma de cada lado e apertei sua pele por cima do jeans. Ela soltou um gemido e sorriu.
Minhas mãos ganharam vida e subiram pela lateral do seu corpo. Toquei seus seios por cima da camiseta, os apertando com desejo e isso fez seu sorriso se abrir.
Quando eu ia tirar sua camiseta, ela me parou.
- Não tire. – ela olhou em meus olhos. – Por favor.
Eu soltei a barra da sua camiseta e voltei a acariciar seu corpo por cima das suas roupas.
Ela estava me enlouquecendo, ainda rebolava em cima de mim com precisão e a cada apertão que eu dava em sua pele seus movimentos se intensificavam me fazendo chegar na beira do precipício.
Eu me ergui e me sentei com ela ainda em meu colo.
Beijei e lambi seu pescoço. Seu cheiro de morango me acertando como uma faca afiada.
Beijei seu colo e abaixei sua blusa quando escorreguei uma das alças pelo seu ombro.
Ela não usava sutiã e aquilo facilitou pra eu alcançar seus seios perfeitos.
Seu mamilo era como eu imaginava. Sensível, macio e rosa. Perfeito.
O puxei por entre meus dentes e ela soltou um gritinho jogando sua cabeça pra trás.
Enquanto eu me deliciava com seu seio minha mão se infiltrou por dentro dos seus cabelos e eu não resisti, a puxei pra um beijo.
Esse beijo foi diferente de todos que nós já demos. Nele imperava o desejo, era carnal.
Ela suspirou e agarrou meus cabelos quando minha língua tocou a dela. Uma de minhas mãos ainda acariciava seus seios.
Ainda nos beijávamos quando eu tirei minhas mãos do seu corpo pra abrir seu jeans.
Ela levantou e tirou a calça ficando apenas com uma calcinha minúscula de renda preta.
Puta merda! Ela queria me matar!
Eu inverti nossas posições e deitei em cima dela, me apoiando na cama com uma das mãos pra não pesar sobre ela.
Voltei a morder seus mamilos, ela gemeu mais alto e eu senti uma dor aguda no meu couro cabeludo.
- Uhm… – ela gemeu umedecendo os lábios. – Edward…
Isso baby… meu nome.
Eu a queria! Deus, como a queria! Só minhas bolas sabiam como eu a queria, mas ela só tinha 3 dias de resguardo, eu não podia fazer isso…
Mas eu podia dar prazer a ela. Eu podia fazer ela se sentir como nunca se sentiu… eu podia proporcionar isso a ela.
Desci os beijos por sua barriga quando eu ergui um pouco sua camiseta.
Beijei e mordisquei seu colo, seio, barriga… até chegar a sua calcinha.
Eu dei um pequeno beijo ali e a vi arquear as costas.
Puxei suavemente aquela pequena peça de renda alisando suas coxas perfeitas no caminho.
Beijei seus pés, tornozelos, coxas e lambi sua virilha.
Eu conseguia sentir o cheiro da sua excitação. Eu podia imaginar o quanto ela estava molhada e esperando por mim, mas isso ia ter que esperar.
Eu queria mostrar pra ela que sexo não é um produto. Que sexo é prazer, é entrega.
Queria mostrar a ela que o seu corpo não era um objeto pra ser usado e descartado.
Queria que ela visse o quanto ela é linda.
Passei dois dedos por sua entrada e quase morri. Ela estava encharcada.
Eu não sei como, mas consegui ficar mais duro ainda.
Ela gemeu e empurrou o quadril na direção das minhas mãos.
Eu passei minha língua suavemente por sua extensão.
- Oh meu Deus! Mais, por favor. – ela murmurou.
Ela era deliciosa. Como eu imaginava que seria.
Depois de alguns minutos em que eu a estava lambendo e sugando, suas pernas prenderam minha cabeça entre as suas pernas e seus dedos se contorceram nos meus cabelos, no mesmo momento que se corpo se contorcia em espasmos e ela gemia alto.
Eu a lambi uma última vez e sai do abraço de suas pernas.
- Oh meu Deus! Isso foi… – sua voz não saiu.
Eu sorri ao ver o que eu havia feito com ela.
Minha menina.
- Eu sei anjo. – eu disse me sentando ao seu lado na cama.
Ela ergueu a cabeça e me encarou.
- Tire a calça. – ela ordenou.
- Não precisa fazer isso. – deixei claro.
- Eu sei que não. – ela se ergueu e em dois segundos já abria meu zíper. – Mas eu preciso retribuir Edward. – ela falava nervosamente. – Eu estou aqui pra isso e você me deu eu quero dar pra você.
Eu estou aqui pra isso… sua voz ecoou.
Mais que merda Kitty!
- PÁRA! – eu gritei tirando suas mãos de mim. – Eu não quero sexo com você Kitty!
Bom, era uma mentira parcial, visto que, eu a desejava, mas não queria que ela se sentisse obrigada a me satisfazer, como agora.
- Edward, me deixe fazer. – ela suplicou quando eu levantei da cama.
- Não! Não enquanto você se ver como um objeto. Eu não te trouxe pra minha casa pra transar com você quando eu quisesse por 3 meses Kitty. Você está aqui porque eu quero que se cure, porque eu quero te proteger. Eu não sou seu cliente.
- Mas eu preciso te agradecer por tudo que tem feito por mim e essa é a única forma que eu sei. – ela agarrou o cós da minha calça me puxando, tentando abrir o zíper que eu já tinha fechado.
- MAIS QUE PORRA! PÁRA! – gritei de novo.
Ela começou a chorar.
- Me desculpe, eu não sei… eu… ninguém tinha feito isso comigo e… eu queria te retribuir. – ela disse entre soluços.
- Eu não pedi que retribuísse. – fui grosso.
- Me desculpe. – ela se cobriu com um travesseiro.
- Me deixe sozinho, por favor. – pedi.
Ela pegou suas roupas e saiu do quarto murmurando um “eu sinto muito”.
A única coisa que me restou foi um banho quente e me aliviar no banheiro.
Eu esperava que minha raiva e frustração escorressem junto com a água pelo ralo, mas isso não aconteceu.
continua…


2 Responses to 'Only Hope – Capítulo 6'

  1. disse:

    Amando a fic…Diz que tem posts extras no fim-de-semana, please, please??? Tá bom demais!

    [Reply]

  2. Clarisse disse:

    preciso de post extra please!

    [Reply]

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